quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Ações de Verdade por Florianópolis, confira:


A Angela pode mostrar que tem obras de verdade que deram um salto na qualidade de vida das pessoas em Florianópolis. 
Assista ao programa e conheça nossas propostas!

A virada já está acontecendo! Vem fazer parte do nosso time!

http://angela11.com.br/propostas
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Snapchat: AngelaAmin11

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

ESCLARECIMENTO:


ESCLARECIMENTO
É com indignação, mas também com tranquilidade que venho me posicionar sobre às recentes notícias divulgadas. Peço que, por favor, assistam a minha mensagem no vídeo.
1. O objeto da decisão judicial refere-se a uma campanha publicitária de prestação de contas da Prefeitura de Florianópolis veiculada há mais de 16 anos.
2. Em 2000, o Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina já havia julgado e decidido que não houve promoção para fins eleitorais com a referida campanha.
3. Depois de várias decisões favoráveis na Justiça Comum, o Tribunal de Justiça entendeu de maneira diferente, porém sem jamais ter-me condenado à suspensão dos direitos políticos.
4. Por isso, causa profunda indignação que, 16 anos depois, exatamente um dia após a eleição de primeiro turno, esse assunto seja alvo de uma nova apreciação da justiça através da decisão pessoal de um único membro do STJ.
5. Através do departamento jurídico da nossa campanha, vamos recorrer imediatamente dessa decisão descabida.
6. E ao contrário do que tem sido divulgado de forma irresponsável, mantenho o pleno direito de seguir disputando a Prefeitura de Florianópolis.
Não tenho nada a temer quanto a minha conduta. Seguiremos fazendo nossa campanha com respeito ao povo de Florianópolis. Tenho certeza absoluta de que a verdade prevalecerá!
Angela Amin.

Jingle da candidata à prefeita de Florianópolis/SC, Angela Amin 11.


sexta-feira, 2 de setembro de 2016

11 Motivos...

Estava pedindo votos e alguém me disse: "Locutor Paganini me dê um motivo para votar em você..." Pois então, registro aqui pelo menos 11:
11 Motivos para Votar no Locutor Paganini Vereador 55.110 “A Voz do Povo!”
São muitos os motivos para votar no Locutor Paganini no próximo dia 02 de Outubro.
Selecionamos abaixo os 11 motivos principais para você ter certeza de que votar 55.110, é votar em uma Florianópolis melhor:
1 – Tem o interesse público em primeiro lugar. “Tudo ser e fazer por amor e em favor do próximo...”
2 – Tem um nome que Florianópolis conhece e aprova.
3 – Trará renovação para a Câmara Municipal de Florianópolis.
4 – Tem propostas sérias e viáveis para a nossa cidade, para nossa gente.
5 – Luta para diminuir as distâncias sociais.
6 – Por seus valores, princípios e caráter.
7 – É uma nova liderança em defesa de “todos”, compromissado com “toda” nossa gente.
8 – Representa o PSD com seus princípios e valores, que indicam rumos e orientam ações, para uma Florianópolis mais moderna e desenvolvida.
9 – Atuante e presente nos diversos ambientes sociais, semeando os valores da solidariedade e da justiça, empenhando-se decisivamente na construção de uma sociedade mais justa, fraterna e solidária.
10 – Acredita na ação política responsável. Vamos juntos resgatar a dignidade da política.
11 – Trabalha sempre com muita força, fé e coragem!
Por isso, peço humildemente o “seu voto!”
Quero ser o “seu representante!”
Quero ser a “sua voz!”
Para Vereador Vote Locutor Paganini 55.110
“A VOZ DO POVO”! – FORÇA, FÉ E CORAGEM!
E Vote 11 - Prefeita Angela Amin – Professor Rodolfo Pinto da Luz Vice
Gente do Bem “Pelo Bem de Florianópolis!”

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Vitória Régia - Lotus - A flor que nasce na lama


A transformação é algo que devemos procurar em nossas vidas, seja modificando hábitos e atitudes, vencendo preconceitos, por isso hoje deixo com voces um texto sobre a Flor de Lotus, que nasce em meio a coisa fetidas e putrafatas e nos mostra que podemos florir mesmo com todas as possibilidades que nos rodeam sejam desfavoraveis

 Texto de Rachel Siloé 

É difícil de acreditar, mas essa linda flor que vocês estão vendo nasce na lama, é isso mesmo, na lama. O nome dela é flor de lótus. É uma planta nativa da Ásia que produz flores grandes, muito lindas, que podem ser brancas ou rosadas. O que eu gostaria de ressaltar é o lugar onde ela nasce, ou seja, no lodo, na lama! É isso mesmo!!! Como pode uma flor tão bela nascer em lugares 
fétidos e feios?
Não fique olhando para o lugar onde você está, para quem você é, se dentro de você arde esse desejo de ser e de fazer a diferença, vá em frente, porque essa diferença só é vista na vida dos que se revoltam com a situação que estão vivendo e não na daqueles que cruzam os braço e esperam a situação melhorar.


Mas também temos a nossa representante brasileira com um nome inspirador Vitoria Regia

vitória-régia ou victória-régia (Victoria amazonica) é uma planta aquática da família das Nymphaeaceae, típica da região amazônica. Ela possui uma grandefolha em forma de círculo, que fica sobre a superfície da água, e pode chegar a ter até 2,5 metros de diâmetro e suportar até 40 quilos se forem bem distruibuídos em sua superfície.
Uma flor de Vitória-régia.
Sua flor (a floração ocorre desde o início de março até julho) pode ser branca, lilas, roxa, rosa e até amarela , e expelem uma divina fragrância noturna adocicado do abricó, chamada pelos europeus de "rosa lacustre", mantem-se aberta até aproximadamente as nove horas da manhã do dia seguinte. No segundo dia, o da polinização, a flor é cor de rosa. Assim que as flores se abrem, seu forte odor atrai os besouros polinizadores (cyclocefalo casteneaea), que a adentram e nelas ficam prisioneiros. Hoje existe o controle por novas tecnologias (adubação e hormônios)em que é possível controlar o tamanho dos pratos e com isso é muito usada no paisagismo urbano tanto em grandes lagos e pequenos espelhos d'água.
Vista por baixo.
Outros nomes: irupé (guarani), uapé, aguapé (tupi), aguapé-assú, jaçanã, nampé, forno-de-jaçanã, rainha-dos-lagos, milho-d'água e cará-d'água. Os ingleses que deram o nome Vitória em homenagem à rainha, quando o explorador alemão a serviço da Coroa Britânica Robert Hermann Schomburgk levou suas sementes para os jardins do palácio inglês. O suco extraído de suas raízes é utilizado pelos índios como tintura negra para os cabelos. Também utilizada como folha sagradanos rituais da cultura afro brasileira e denominado como Oxibata
fonte wikipedia

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

SC teve quase 17 mil pedidos de candidaturas, segundo balanço parcial

Prazo para fazer as solicitações terminou nesta segunda-feira (15).
Como algumas foram feitas no final do dia, nem todas foram contabilizadas.

TRE-SC, em Florianópolis, no dia do segundo turno das Eleições municipais 2012 (Foto: João Lucas Cardoso, G1)Prazo para fazer os pedidos terminou nesta segunda (15) (Foto: João Lucas Cardoso/G1)


















Em balanço parcial, o Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC) divulgou que o estado teve quase 16.932 pedidos de registro de candidaturas para as próximas eleições. O prazo para fazer as solicitações terminou nesta segunda-feira (15). Como houve pedidos feitos no final do dia, nem todos haviam sido contabilizados até a noite desta segunda.
Esses quase 17 mil pedidos vieram dos 295 municípios catarinenses em 105 cartórios eleitorais do estado. Foram 740 solicitações para prefeito e outras 740 para vice-prefeito, além de 15.452 para vereador.
Segundo o TRE-SC, nos cartórios das três maiores cidades do estado, Joinville, no Norte, Blumenau, no Vale do Itajaí, e Florianópolis, o movimento durante o dia foi agitado, mas dentro do esperado.
Organização
Candidatos e partidos não deixaram para fazer os registro na última hora, conforme o TRE. “As reuniões que foram realizadas anteriormente com os partidos políticos surtiram efeito. Percebemos que eles se organizaram mais para esta eleição", disse o chefe da 76ª Zona Eleitoral, de Joinville, Paulo Cesar Ribeiro.
Todos os pedidos de registros serão julgados pela Justiça Eleitoral, informou o TRE. O prazo para que esse julgamento ocorra é 12 de setembro. As eleições são em 2 de outubro.

Fonte: G1 SC
.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Floripa recebe museu itinerante das Olimpíadas a partir desta quarta

Mostra fica até quinta na Capital. Depois, segue para Joinville


Floripa recebe museu itinerante das Olimpíadas a partir desta quarta Jean Pimentel/Agencia RBS
Foto: Jean Pimentel / Agencia RBS


Junto com a tocha olímpica, Florianópolis e Joinville também vão receber o museu itinerante Se Prepara Brasil, uma exposição montada dentro de uma carreta que está rodando o país até 31 de julho com um acervo de medalhas, uniformes e cartazes cedidos pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e Comitê do Rio 2016. A primeira parada em Santa Catarina será na Capital. Nesta quarta e quinta-feira, o museu fica no Largo da Alfândega, com entrada gratuita. No dia 9, a carreta chega a Joinville, onde fica na praça das Bandeiras até o dia 10.
DC Esportes fez transmissão ao vivo, veja como foi:
Leia mais sobre as Olimpíadas

Dividido em cinco seções – história, esportes, história brasileira, curiosidades e Rio 2016 –, o museu Se Prepara Brasil apresenta peças que retratam todas as edições dos Jogos Olímpicos da Era Moderna.
No museu itinerante há total acessibilidade para portadores de deficiência, por meio de elevador para cadeirantes e conteúdo em braille para deficientes visuais.

Confira algumas raridades

Foto: Divulgação / Museu Itinerante Se Prepara Brasil
Camisa do Giba
Uma das raridades que estará em Florianópolis e Joinville é a camiseta utilizada por Giba nos Jogos Olímpicos de Atenas, de 2004, quando ganhou a medalha de ouro com a seleção brasileira de vôlei.





Foto: Vaner Cases / Agência BAPress









Cesta
O basquete entrou no programa olímpico em 1936. A história da modalidade também está representada no museu. Na foto é possível ver uma réplica do cesto de pêssego usada por James Naismith, inventor do basquetebol, em 1891. Era preciso acertar a bola ali para pontuar.

Foto: Bradesco Seguros / Divulgação
Sapatilhas de atletismo
Na visita ao museu é possível perceber a evolução do esporte ao longo dos anos. Na primeira metade do século passado, o atletismo usava sapatilhas de couro e pregos de metal. Hoje, elas são compostas por materiais sintéticos como nylon, EVA, entre outros.

Foto: Casa da foto / divulgação
Medalhas
Das mais antigas às atuais. As réplicas de medalhas distribuídas nas edições dos Jogos Olímpicos também são um atrativo do museu itinerante. Vale conferir.
SERVIÇO
Museu itinerante Se Prepara Brasil

Em Florianópolis

Quando: hoje e amanhã, das 10h às 19h.
Onde: Largo da Alfândega.
Em Joinville
Quando: sábado e domingo, das 10h às 19h.
Onde: Praça da Bandeira.

Entrada gratuita.
Escolas podem agendar visitas guiadas pelo e-mail: imprensa@bradescoseguros.com.br.

Fonte: Hora de Santa Catarina - Grupo RBS

quarta-feira, 23 de março de 2016

Confira a programação cultural para curtir o aniversário de Florianópolis

O grupo de teatro O Dromedário Loquaz faz um concerto no Parque da LuzFoto: Cristiano Prim,divulgação / Divulgação
Concerto de Piano e Canto
O quê:
 O Grupo de Teatro O Dromedário Loquaz apresenta um concerto de piano e canto no Parque da Luz. 
Onde: Parque da Luz (cabeceira da Ponte Hercílio Luz)
Horário: 17h
Quanto: gratuito
Festival Jurerê Jazz 2016  
O quê:
 Preview do Festival com show de Alegre Correa e Guinha Ramires
Onde: Jurerê Open Shopping (Av. das Raias, 400 - Jurerê Internacional)
Horário: 19h
Quanto: gratuito
Luciano Bilu sobe no palco do CIC com Nelson Viana em homenagem ao aniversário de Florianópolis. Foto: Emerson Souza / Agencia RBS 
Luciano Bilu e Nelson Viana  
O quê:
 os dois músicos recebem artistas convidados para uma noite de boa música com releituras inéditas. A renda do evento vai ser revertida em prol da entidade Cantinho dos Idosos 
Onde: Teatro Ademir Rosa (CIC) - Avenida Governador Irineu Bornhausen, 5600 - Agronômica
Horário: 20h30
Quanto: R$30 (inteira) e R$15 (meia-entrada), à venda no teatro.
Circo da Dona Bilica
O quê:
 Dona Bilica e Boi de Mamão é uma homenagem à cultura e o folclore da ilha. Um espetáculo cômico para toda a família. Através dos causos, contos e cantorias, o público conhece a brincadeira do Boi de Mamão, o artesanato da ilha (rendas de bilro, olaria de barro), estórias de bruxas e lobisomens.
Onde: Circo da Dona Bilica (Rua Manoel Pedro Vieira, nº 601- Morro das Pedras)
Horário: 17h
Quanto: R$30, à venda no site circodonabilica.com.br
Dazaranha
O quê:
 A banda Dazaranha com nova formação se apresenta no palco da Beira Mar Norte
Onde: Beira Mar Norte
Horário: 18h15
Quanto: gratuito
Viver SC
O quê: Ação do projeto Viver SC convida o grafiteiro Rodrigo Rizzo para uma sessão de live art grafitando uma obra em homenagem à cidade.
Onde: Pracinha Bento Silvério, Lagoa da Conceição
Horário: a partir das 10h
Quanto: gratuito
Exposição "290 ANOS DE FLORIANÓPOLIS"
O quê: 
composta por 40 telas assinadas por oito artistas da Confraria Destherrense de Artistas Plásticos a exposição homenageia os 290 anos do município de Florianópolis, tendo como tema principal o resgate da arquitetura, da cultura e do folclore da capital. Expositores: Cipriano, Estela Ramos, Onildo Borba, Soli, Marezane, Lúcio Lanzone, Cissa e João José D'Silva   
Onde: de 22 a 31 de março. Abertura 
Horário: das 10h às 22h
Quanto: piso térreo do Beiramar Shopping (R. Bocaiúva, 2468 - Centro)
 
Jesus Cristo por Luciano Martins. Uma das obras que estarão expostas em Florianópolis por um mês
Foto: Jesus Cristo por Luciano Martins / Luciano Martins

Exposição "Arte a Toda Hora" 
O quê:
 obras do artista plástico Luciano Martins serão espalhadas no espaço de painéis de relógios de rua. 
Onde: pontos de exposição em 45 diferentes regiões da Ilha e do Continente  
Fonte: DC

segunda-feira, 21 de março de 2016

Você tem direito: Seguro-desemprego para quem tem CNPJ

Você tem direito: Seguro-desemprego para quem tem CNPJ Roni Rigon/Agencia RBS
Por lei, seguro-desemprego é para quem fica sem renda ao perder o trabalhoFoto: Roni Rigon / Agencia RBS
Olá! 

Hoje vamos conversar sobre um benefício que auxilia o trabalhador em um momento complicado: o seguro-desemprego. Em tempos de crise, mais pessoas podem precisar desse benefício. Mas um novo procedimento do governo federal está dificultando a liberação do seguro-desemprego para alguns trabalhadores. A Defensoria Pública da União (DPU) explica essa história na coluna de hoje.
 
Entenda o problema 
Por necessidade do serviço ou vontade de empreender, muitas pessoas abrem empresas em seu nome e recebem um número do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ). Mas a empresa pode não dar certo ou uma oportunidade profissional diferente pode aparecer para o dono desse CNPJ. Digamos que ele aceite um emprego interessante em outra firma, por exemplo. Se depois for demitido desse trabalho, terá o direito de buscar o seguro-desemprego no Ministério do Trabalho ou no Sine. Aí vem o problema. 

O benefício está sendo negado se aquele CNPJ ainda estiver ativo. Por lei, o seguro-desemprego é concedido apenas para quem fica sem renda própria quando perde o trabalho. Ter um CNPJ não poderia impedir de receber o benefício, mas a alegação do governo é de que não é possível saber se a empresa está realmente inativa, sem gerar renda, pois o CNPJ consta como ativo.
 
Como solucionar? 
Primeiramente, vem a orientação mais simples. Se a empresa não é mais um negócio interessante para você, dê baixa no registro. Dessa forma você poderá evitar uma dor de cabeça mais tarde. Mas caso você esteja com o CNPJ ativo e o seguro-desemprego tenha sido negado, será muito importante você comprovar com documentos que não tem obtido renda por meio da empresa que criou.
 
Precisa de ajuda? 
Busque auxílio com um advogado ou com a DPU, que presta assistência jurídica gratuita a quem não tem condições de contratar um profissional da área. A DPU emFlorianópolis fica na Rua Frei Evaristo, 142, Centro. Marque um horário para atendimento pelo telefone 3221-9400.

Até!

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direitos

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Fonte: HORA SANTA CATARINA

sábado, 19 de março de 2016

No aniversário de São José, conheça a história da cidades contatda por seus Josés

Moradores que carregam o nome do padroeiro da cidade contam sua história no município que completa 266 anos neste sábado


No aniversário de São José, conheça a história da cidades contatda por seus Josés Arte/Agência RBS
Inicialmente chamada de São José da Terra Firme, a cidade, que teve colonização açoriana, é uma das que mais cresce no estadoFoto: Arte / Agência RBS
Uns dizem que a cidade recebeu este nome porque os colonizadores chegaram a ela no dia do santo. Outros, que seria uma homenagem ao rei de Portugal, Dom José. Mistérios à parte, um dos nomes mais tracionais entre os brasileiros batizou o município que completa nesta sábado, dia 19, 266 anos de fundação.
Inicialmente chamada de São José da Terra Firme, a cidade, que teve colonização açoriana, é uma das que mais cresce no estado. Mas todo esse desenvolvimento tem um preço e as mudanças pelas quais a cidade passou nos últimos anos marcou a vida de algumas pessoas. Entre elas, Josés, que cresceram e também passaram por transformações junto com o município. São eles que, neste aniversário, contam a história da cidade, que se misturam com as suas.
José Ricardo, parte da história
José Ricardo Koerich lembra com saudade a sua infância tranquila em São José, há 67 anos. Ele nasceu e cresceu no mesmo bairro, na mesma casa, na rua Getúlio Vargas, no Centro Histórico do município, onde morava também toda sua família.
– Na frente da minha casa era a casa do meu avô. Quando era criança, nós ficávamos na calçada, brincando de apostar em qual lado passaria o carro primeiro, se na direita ou na esquerda. A gente, às vezes, ficava bravo, porque demorava mais de 20 minutos pra poder passar um carro – conta ele, olhando hoje para a movimentada rua onde transitam ônibus, carros, motos, bicicletas, e que é difícil até de atravessar.
Além das apostas, outra brincadeira que o menino José fazia com os amigos da vizinhança era de corrida de carretão, ou carrinho de rolimã, pela mesma rua.
Ainda na sua infância, o bairro Praia Comprida era composto apenas por casas e o armazém da família Filomeno, que era responsável por abastecer Florianópolis com as mercadorias que vinham de São Pedro de Alcântara e Angelina. Parte das famílias de lá tinha na pesca do berbigão uma fonte de renda. E as crianças, como José, brincavam nos Vieiros, que basicamente eram "buracos" formado dentro do mar calmo.
– Naquele tempo o berbigão era catado com a mão, sem prejudicar a criação deles nem o meio ambiente. Ali onde é a Praia Comprida tinha criadouros de siri e a gente ia lá pescar quando eu era criança. Dava até pra escolher.
A juventude de José lembra muito aquelas histórias de livros antigos, com uma praça que servia de cenário para tudo o que acontecia. No caso dele, era a praça do igreja matriz de São José. Era ali que políticos, famílias e os jovens se reuniam. Onde hoje funciona a Fundação de Cultura havia um bar que era frequentado pela elite da sociedade josefense. Quem não pertencia a esta "nata" social, frequentava o bar e armazém do seu Braulio, que fica até hoje em uma das esquinas da praça.
Aliás, os armazéns existiam em quase toda a cidade, porque era onde se vendia de tudo.
– Um fato curioso é que o pessoal do armazém da Praia Comprida, da família Filomeno, era chamado de "colono" pelos do armazém da praça – recorda.
Além dos bares, outro fator que mostrava bem essa divisão de classes eram os clubes. A elite ia sempre ao Clube 1º de Junho, enquanto quem não tinha tanto dinheiro assim ia para o Clube Campinas ou para os bailes de São Pedro de Alcântara.
– E muitas pessoas iam a pé, porque naquele tempo não tinha ônibus até mais tarde, e carros de praça custavam caro.
Era voltando das festas que José Ricardo e os amigos passavam pelos bairros Campinas e Kobrasol, que nem de longe parecia que iam se transformar no que hoje são.
Em Campinas tinha pouco mais que quatro casas e dois abatedouros, um de gado e outro de porco.
– Voltávamos em silêncio dos bailes com medo dos cachorros do abatedouro de lá. Eram cachorros grandes, criados a base de carne – diverte-se lembrando das aventuras de 1965.
Onde hoje fica a central do Kobrasol, antigamente era a pista de pouso do aeroclube. Depois foi que as famílias Brasil, Cassol e Koerich lotearam a região e criaram o bairro.
Atrações para toda a família eram as três festas principais da cidade, a Procissão do Senhor dos Passos, Festa do Divino e Procissão do Senhor do Bonfim. Elas serviam também para se "arrumar casamento".
– As moças e rapazes chegavam antes da procissão e ficavam até bem depois pela praça se "cortejando". Ou então iam lá pro campo do Ipiranga – lembrou.
O campo ficava onde hoje funciona a Câmara de Vereadores de São José. Pai de três filhos, José Ricardo hoje pega o neto pela mão e mostra nos fundos da Câmara, onde antigamente existia um trapiche e a água era própria para o banho. Ali, os filhos conseguiam ver os siris passando, na beira da água.
É com esse espírito saudosista que ele olha para a São José de hoje. Contar a história é voltar ao passado.

José Ricardo carrega a história da cidade junto com a sua. Foto Felipe Carneiro

 "São José nasceu em mim"
José Geraldo Germano é oleiro de profissão e de coração. Ele não nasceu em São José, mas adotou a cidade como sua há mais de 40 anos.
– Eu costumo dizer que não nasci em São José, São José foi que nasceu em mim – afirma ele, com o brilho nos olhos de quem sabe o que faz e onde está.
José Geraldo é filho de sapateiro, e acredita que foi do pai que herdou a habilidade com trabalhos manuais. Ele saiu da pequena cidade de Lauro Müller para morar em Florianópolis, mas ao conhecer a cultura josefense, se apaixonou e mudou-se, com toda a família, para o pequeno município.
– Quando eu vinha para São José visitar uma tia, quando ainda era criança, era sofrido, porque a estrada era ruim e tudo se tornava muito longe. Mas quando chegava perto daqui, a poesia que era essa cidade fazia tudo valer a pena – recorda.
O que mais o encanta na cidade? Ele é rápido em dizer: A simplicidade do povo acolhedor que ensinou a ele sua cultura açoriana. E é esta cultura que José Germano buscar representar com sua arte de oleiro.
– Eu gosto muito de fazer utensílios. A moringa, que era usada pra conservar a água quando não se tinha geladeira, e o alguidar, que era muito usado no preparo de comidas, são dois exemplos disso – exemplificou.
Pelas mãos do José oleiro, o boi de mamão, a arquitetura antiga da cidade e até o próprio São José já ganharam forma e cores.
E de toda a beleza que a cidade tem a oferecer hoje, a bica da carioca, que fica noCentro Histórico do município e era o local onde as mulheres iam lavar roupa, é o cantinho preferido de José.

Seu José "oleiro" é um apaixonado pela cultura da cidade. Foto Betina Humeres

Josefense, sim!
Se perguntar onde nasceu o empresário José Vilmar da Silva, 51, ele responde prontamente que foi em São Pedro de Alcântara. Porém, parando para pensar, ele mesmo tem suas dúvidas quanto ao local do seu nascimento. É que em 1965 São Pedro ainda era distrito de São José, de onde só veio a se desmembrar em 1995. Então, na prática, José Vilmar é josefense, sim!
Quando chegou na cidade, há 26 anos, era tudo muito diferente de hoje.
– Kobrasol era formado em sua maioria por casas, não tinha aquela quantidade de prédios que tem hoje. Os bairros que não eram centrais tinham ruas de chão batido, hoje é tudo calçado.
Na rua onde mora hoje, na Sebastião Nogueira de Carvalho, no bairro Bela Vista, José Vilmar foi o primeiro morador. Quando chegou, nem a conhecida Avenida das Torres havia sido construída ainda.
Orgulhoso, ele conta que ali perto de sua casa está a nascente do Rio Araújo, que divide as cidades de São José e Florianópolis, onde alguns moradores ainda se aventuram a ir buscar água.
Se tem uma coisa de que José Vilmar sente saudade é da forma como as pessoas se tratavam. Ele afirma que antigamente as pessoas eram mais gentis, até porque ninguém corria tanto para ter que enfrentar as filas do trânsito.
– A gente vê como as coisas mudam com o progresso. Não havia calçamento, mas como se cuidava melhor do meio ambiente, não tinha asfaltamento, mas também não tinha os problemas de alagamentos que temos hoje.
Mesmo com toda a mudança e intervenção no meio ambiente, o empresário consegue encontrar alguns pontos positivos, e um deles foi a construção da Beira-Mar de São José. Mas na hora de relaxar, ainda prefere o jardim que ele e outros vizinhos fizeram na frente de casa, espaço arborizado com balanço para passar o tempo. É dali que vê a cidade crescer.

Seu José nasceu em São Pedro de Alcântara, mas na época que era São José. Foto Felipe Carneiro

O saudoso José
José Hugo Passinho Filho tem 64 anos, é aposentado, mas trabalhou durante algum tempo como operário de obras e, depois, como servidor público. Natural de Mato Grosso do Sul, mora há mais de 30 anos, com a esposa e mais dois filhos, no bairroRoçado, em São José.
– Uma das coisas que me atraiu e muito me agrada aqui em São José é a cultura. Oartesanato, a poesia e o costume acolhedor das pessoas.
Ele acompanhou boa parte do progresso da cidade. Contudo, não vê isso com bons olhos.
José Hugo diz que ficou tudo "muito apertado" e a estrutura da cidade não acompanhou esse crescimento populacional.
Das coisas que viu se perder com o passar do tempo, sente falta do presépio vivo que ia olhar todos os anos com a esposa, do museu no Centro Histórico, dos bons clubes e das festas com bandinhas, que não tem mais.
Mas nem tudo foi perdido. Das mudanças pelas quais a cidade passou, José Hugo tira proveito de algumas, como a Beira-Mar de São José e das atividades disponíveis noCati. E para reviver os bons tempos de outrora, visita aquele local que considera o grande centro cultural da cidade, o Centro Histórico de São José.
Apesar de estar aposentado, ele não faz a menor questão de parar. Além das atividades quase diárias no Cati, Centro de Atenção a Terceira Idade, seu José também faz faculdade da maturidade, na Universidade Municipal de São José.
– A gente nunca deve ficar parado, pensando no que já foi, porque nunca é tarde pra se fazer alguma coisa.
José Hugo aproveita ao máximo tudo que São José pode lhe proporcionar. Foto Betina Humeres
FONTE: celina keppeler - HORA DE SANTA CATARINA


quarta-feira, 9 de março de 2016

Mário Motta: projeto Re-Óleo abre inscrições pra palestras na Grande Floripa

Ações de educação ambiental são abertas a todas as escolas

Mário Motta: projeto Re-Óleo abre inscrições pra palestras na Grande Floripa ACIF/Divulgação
Foto: ACIF / Divulgação

O Programa ReÓleo da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis começou a organizar a agenda de palestras para 2016. O convite para contar com as apresentações interativas de educação ambiental é aberto para todas as escolas públicas e particulares e outras instituições de ensino da Grande Florianópolis. 

A novidade será a inclusão no roteiro de cuidados para combater o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. A meta este ano é superar as 281 apresentações realizadas em 2015 para um público que chegou a 28,1 mil crianças e jovens. Além das palestras que são inteiramente gratuitas, o programa conta com 127 pontos de coleta voluntária, espalhados por instituições de ensino da região. 

Interessados já podem enviar e-mail para reoleo@acif.org.br  
FONTE: Mario Motta - HORA DE SANTA CATARINA

PROJETO ANJO DA GUARDA

PROJETO ANJO DA GUARDA
"Semeando a cultura de Pentecostes no coração marajoara."

LOCUTOR PAGANINI

LOCUTOR PAGANINI
...ESTAMOS NO ARRR! LOCUTOR-RADIALISTA AM e FM, MESTRE DE CERIMÔNIAS, APRESENTADOR DE FESTAS E EVENTOS, PREGADOR, MISSIONÁRIO, PALESTRANTE, ATENDENDO TODO O BRASIL, LIGUE (48) 8419-2061 ou 9612-8317. Email e Msn: locutorpaganini@yahoo.com.br Tbm Skype: locutor.paganini